Imagem: Gemini

Brasília. Jovem de 19 anos espanca outro de 16 anos. O de 16 anos está na UTI em coma.

A defesa do agressor, que está preso, acusa a polícia de promover a espetacularização do caso.

Alega ainda, que isso expõe a risco a “dignidade” do seu cliente.

Ora, ora. Um quase assassino, sim, se o jovem que está na UTI morrer, estamos diante de um assassino.

E a defesa quer falar em dignidade?

Pesquisas têm mostrado que o agressor é contumaz na prática de crimes: usou um teaser contra uma adolescente de 17 anos, para obrigá-la a ingerir bebidas alcoólicas. Além de agressão a outro homem, com registro na mesma delegacia.

Tudo certo que advogados defendam seus clientes. São pagos para isso. E, sem dúvida alguma, todos merecem defesa. De golpistas a quase futuros assassinos, como o do caso. Torcemos para que o jovem não morra, claro.

A questão é a quase total perda de um senso mínimo do que seja dignidade, que estamos vivendo atualmente na sociedade brasileira. Dizer de alguém que espanca um jovem de 16 anos até quase a morte é ter dignidade é, sem dúvida, elevar ao extremo a hipocrisia.

Merecer respeito, mesmo sendo um criminoso, não se confunde com ter perdido toda e qualquer dignidade que um ser humano possui.

É mais um caso do projeto de barbárie que a extrema direita fascista – e algumas vertentes que se dizem religiosas – vem promovendo no Brasil, com o fim de transformar a quantos puderem em bestas a serem guiadas pelos seus interesses de dominação.


Texto com base na notícia: aqui

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